Densidad institucional transfronteriza: de la Raya Ibérica a Galicia- Norte de Portugal

Emily Lange

Resumen


La cooperación transfronteriza intenta contribuir al desarrollo de las regiones transfronterizas, llevándose a cabo esta acción por parte de instituciones y estructuras específicas. Estas instituciones son actores en el terreno y desempeñan un papel cada vez más fundamental en la cuestión de la reducción progresiva de las asimetrías regionales, así como en las decisiones de los procesos territoriales. Este artículo centra su análisis en el cruce entre el lado hard y soft de la cooperación transfronteriza a partir de las instituciones que las promueven. Esboza el estado de la densidad institucional transfronteriza, entendido como el conjunto de estructuras de cooperación transfronteriza activas en la frontera, sus interacciones y el ambiente de cooperación resultante. Considera tanto el capital institucional, como el capital relacional emergente en tres contextos: frontera general (Raya Ibérica), regional (Galiza-Norte de Portugal) y local (Chaves-Verín). A partir del trabajo empírico cuantitativo y cualitativo realizado, es posible sacar una primera conclusión: la densidad institucional transfronteriza de la Raya Ibérica no es homogénea a lo largo de la frontera. En términos generales es poco espeso, pero se encuentra en construcción. Los aspectos relacionales son más difíciles de promover y estudiar, por eso no tienen mayor atención por parte de los académicos, pero también por parte de los actores que invierten en y promueven la cooperación transfronteriza.


Citas


Amin, A. & Thrift, N. (1994) “Living in the global”, em A. Amin & N. Thrift (eds.) Globali-zation, Institutions and Regional Development in Europe. Oxford: Oxford University Press, 1-22.

Arkin, H. & Colton, R. (1963) Tables for Statisticians. 27 most frequently used tables with explanations and instructions. New York: Barnes & Noble.

Arkin, H. & Colton, R. (1967) Tables for Statisticians. New York: Barnes & Nobles.

Beltrán Garcia, S. (2008) “Puesta a Punto de la Figura de la Agrupación Europea de Coop-eración Territorial en el Ordenamiento Español, ¿Más Fácil y Más Difícil?”. Revista da Eurorrexión Galicia-Norte de Portugal, núm. 13, 23-38.

Boijmans, P. (2014) Administrative Capacity Building linked to the management of ESI Funds. Bruxelas: DG - Regional and Urban Policy.

Buursink, J. (2001) “The binational reality of border-crossing cities”. GeoJournal, vol. 54, 7-19.

Cancela Outeda, C. (2010) “Panorama de la cooperación territorial en la eurorregión Gali-cia-Norte de Portugal”. Doc. Anàl. Geogr., vol. 56, núm. 1, 149-165.

CE (2001) “Livro Branco sobre a Governança”, Comissão Europeia, Jornal Oficial C 287 de 12.10.2001

CE (2014) Investimento no crescimento e no emprego. Promover o desenvolvimeno e a boa governação nas regiões e cidades da UE. Bruxelas: Comissão Europeia.

Coleman, J. (1988) “Social Capital in the Creation of Human Capital”. The American Journal of Sociology, vol. 94, Suplemento, S95-S120.

Costa, E. M. & Fonseca, M. P. (2005) “Convergência Económica e Coesão Social e Terri-torial da Península Ibérica na União Europeia”. Actas do X Colóquio Ibérico de Geo-grafia. Évora: Universidade de Évora, PDF004, 1-29 [URL: . Con-sultado a 1 de janeiro 2013]

Covas, A., & Covas, M. M. (2014) Os Territórios-Rede: a Inteligência Territorial da 2ª Ruralidade. Lisboa: Edições Colibri.

Cullen, J. B., Johnson, J. L. & Sakano, T. (2000) “Success through commitment and trust: the soft side of strategic alliance management”. Journal of World Business, vol. 35, núm. 3, 223-240.

Domínguez Castro, L. (2004) “Europa e a Fronteira Luso-Galaica: História e Reencontro”, em Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular: As Euro-Regiões e o Futuro da Europa: O Modelo da Euro-Região Galiza-Norte de Portugal. Vigo: Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, 3-51.

Domínguez Castro, L. (2006) “Para além das fronteiras: Europa e a Cooperação”, em L. D. Castro (ed.) Europa e a Cooperação Transfronteiriça. Colecção Textos para o De-bate. Vigo: Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, 151-182.

Domínguez Castro, L. (2008) Chaves-Verín: A Eurocidade da Auga. Axenda Estratéxi-ca/Agenda Estratégica (Biblioteca de Estudos Estratégicos). Vigo: Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular.

Domínguez, L. & Pires, I. (2014) “EU Cross-Border Cooperation. Historical Balance and Future Perspectives” em L. Domínguez & I. Pires (eds.) Cross-Border Cooperation Structures in Europe. Learning from the Past, Looking to the Future (Eurociclio Stud-ies and Documents No. 82). Brussels: P.I.E. Peter Lang, 23-48.

Domínguez, L. & Varela, E. (2015) “Construyendo Europolis a partir de la cooperación lo-cal «informal» en los espacios transfronterizos de Europa: el caso de la RIET”. Geopo-litica(s), vol. 6, núm. 2, 225-246.

Ehlers, N. (2001) “The utopia of the binational city”. GeoJournal, vol. 54, núm. 1, 21-32.

Everdeen, S.; de Groot, H. L. & Nahuis, R. (2006) “Fertile Soil for Structural Funds? A Pan-el Data Analysis of the Conditional Effectiveness of European Cohesion Policy”. Kyklos, vol. 59, núm. 1, 17-42.

Faro de Vigo (2015) Chaves-Verín promueve la red de eurociudades del Atlántico [Dis-ponibilizado online a 28 de outubro de 2015. URL: . Consultado a 20 de dezembro 2016].

Gregory, D.; Johnston, R.; Pratt, G.; Watts, M. & Whatmore, S. (2009) Dictionary of Hu-man Geography (5th ed.). Chichester, United Kingdom: Wiley-Blackwell.

Häkli, J. (2008) “Re-bordering Spaces”, em K. R. Cox, M. Low & J. Robinson (eds.) The SAGE Handbook of Political Geography. London: Sage Publications, 475-476.

Henry, N. & Pinch, S. (2001) “Neo-Marshallian nodes, institutional thickness, and Britain”s “Motor Sport Valley”: thick or thin?”. Environment and Planning A, vol. 33, núm. 7, 1169-1183.

Jornal de Notícias (2014) Cartão do eurocidadão do Guadiana dá descontos em clínicas privadas [Disponibilizado online a 28 de março de 2014. URL: . Consultado a 27 de dezembro 2016].

Knippschild, R. (2009) “Benchmarking cross-border cooperation - The role of successful border regions for territorial cohesion and the need for comparison, criteria and indica-tors of cooperation”. TERRA SPECTRA Planning Studies, núm. 1, pp. 13-18.

Lange, E. (2012) “European Grouping of Territorial Cooperation - a «breath of fresh air»?”. Regional Insights, vol. 3, núm. 1, 12-14.

Lange da Silva, E. (2015) A Cooperação Transfronteiriça como Oportunidade de Desen-volvimento das Regiões de Fronteira. Da Raia Ibérica à Euroregião Galiza-Norte de Portugal. Tese de Doutoramento em Geografia Humana, Braga: Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho.

Lissandrello, E. (2006) The utopia of cross-border regions. Territorial transformation and cross-border governance on Espace Mont-Blanc. PhD Thesis, Radboud University, Nijmegen.

Lois, M. (2013) “Re-Significando la Frontera: El caso de la Eurociudad Chaves-Verín”. Boletín de la Asociación de Geógrafos Españoles, núm. 61, 309-327.

López Trigal, L. (2016) “Centralidades y nuevas actividades en la Raya ibérica”. Geopolí-tica(s), vol. 7, núm. 2, 181-200.

Martins, C. (2008) “Contextualização Teórica do Processo de Integração dos Mercados Ibéricos no Contexto da União Europeia”, em I. Pires (ed.) A integração dos Mercados Ibéricos: um Processo Dependente e Territorialmente Diferenciado? Lisboa: Centro de Estudos Geográficos - Universidade de Lisboa, 9-39.

Mayhew, S. (2004) Oxford Dictionary of Geography (4th ed.). Oxford: Oxford University Press.

Medeiros, E. (2007) “16 Anos de Cooperação Transfronteiriça no Âmbito do Interreg-A”. Actas do III Congresso de Estudos Rurais (III CER). Faro: Universidade do Algarve, s.p. [URL: . Con-sultado a 1 de janeiro de 2013]

Moreno, L. (2013) Governança nas Políticas de Desenvolvimento Local e Inovação In-stitucional. Lisboa: ANIMAR, ISA, INIAV, Rota do Guadiana.

North, D. C. (1990) Institutions, Institutional Change and Economic Performance. Cam-bridge: Cambridge University Press.

Paasi, A. (1991) “Deconstructing regions: notes on the scales of spatial life”. Environment and Planning A, vol. 23, núm. 2, 239-256.

Paasi, A. (1998) “Boundaries as social processes: Territoriality in the world of flows”. Geo-politics, vol. 3, núm. 1, 69-88.

Pardellas de Blas, P. & Figueroa Dorrego, X. X. (2009) “Uma Análise Metodológica do Pro-jecto da Eurocidade Chaves-Verín, Desde a Perspetiva Socio-Económica e Ambien-tal”. Actas do I Congresso de Desenvolvimento Regional de Cabo Verde & XV Con-gresso da APDR & III Congresso de Gestão e Conservação da Natureza. Cidade de Praia: APDR, 1140-1164.

Pires, I. M. (2010) “Borders as «slippery spaces» in Iberian Peninsula”. Actas da European Conference of the Association for Borderlands Studies on Multifaceted Economic and Political Geographies of Internal and External EU Borders. Veria: Aristoteleion Uni-versity of Thessaloniki, 77-96.

Pires, I. (2014) “Redes Sociais e Territórios de Fronteira na União Europeia”, em S. Lima da Costa & R. Mendes (eds.) Redes Sociais Territoriais. São Paulo: Editora Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo, 77-96.

Pires, I. & Lange, E. (2014) “What to do with «loose ends» in Cross-border Cooperation? The case of Olivenç(z)a, a disputed territory at the Portuguese-Spanish Border”. ABS 1st World Conference on Post-Cold War Borders: Global Trends and Regional Re-sponses. Joensuu, Finland - St. Petersburg, Russia: ABS - Association of Borderland Studies, s.p.

RIET (s.d.) Membros [URL: . Consultado a 27 de dezembro 2016].

RIET (2016) A fronteira adverte que se não contarem com ela, a Cimeira Ibérica será uma “fraude ética”, [URL: . Consultado a 22 de agosto 2017].

Smallbone, D. (2007) Challenges and Prospects of Cross-Border Cooperation in the Con-text of EU Enlargement. Deliverable 7: State of the Art Literature Review, Sixth Framework Programme Priority 7 - Citizens and Governance in a Knowledge Based Society, Kingston University.

Soeiro, J. (2011) “Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial: que expetativas para o desenvolvimento regional da Península Ibérica?”. 17º Congresso da APDR. Bragan-ça: APDR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional.

Stoker, G. (1998) “Governance as theory: five propositions”. International Social Science Journal, vol. 50, núm. 155, 17-28.

Trillo, J. M. & Lois, R. (2011) “La frontera como motivo de atracción: una breve mirada a las relaciones Galicia-Região Norte”. Geopolítica(s), vol. 2, núm. 1, 109-134.

Trillo-Santamaría, J.-M. (2014) “Cross-Border Regions: The Gap Between the Elite’s Pro-jects and People’s Awareness. Reflections from the Galicia-North Portugal Euroregion”. Journal of Borderland Studies, vol. 29, núm. 2, 257-273.

Trillo-Santamaría, J. M.; Lois González, R. C. & Valerià Paül, C. (2015) “Ciudades que cruzan la frontera”. Cuadernos Geográficos, vol. 54, núm. 1, 160-185.

Van Helvoirt, B. J. (2009) Regions, institutions and development in a global economy. Di-vergent regional business systems in the Philippines. PhD Thesis, Utrecht University, Utrecht, Nederlands.

Van Houtum, H. (2000) “An Overview of European Geographical Research on Borders and Border Regions”. Journal of Borderland Studies, vol. XV, núm. 1, 57-83.

Vives-Rubio, E. (2017) “Entidades Transfronteiriças pedem novo tratado de cooperação na cimeira ibérica”. O Público [URL: . Consultado a 22 de agosto 2017].

Xenos-Gavrielis, V. (2014) EGTC, the new Regulation and National Authorities. Comuni-cação pessoal . Bruxelas.


Texto completo: PDF

Refbacks

  • No hay Refbacks actualmente.





Geopolítica(s). Revista de estudios sobre espacio y poder
ISSN 2172-3958
ISSN-e 2172-7155

© . Universidad Complutense de Madrid
Biblioteca Complutense | Ediciones Complutense