La política fiscal y monetaria de Japón a la luz de la teoría monetaria moderna (TMM)
Resumo
Este trabalho analisa a experiência econômica do Japão a partir do marco interpretativo da Teoria Monetária Moderna (TMM), concentrando a atenção na interação entre política fiscal, política monetária e estabilidade macroeconômica. O Japão representa um caso singular: combina uma dívida pública que supera 240% do PIB com taxas de juros e inflação persistentemente baixas, contrariando as previsões da economia convencional. Com base em uma metodologia mista — que integra a revisão teórica com a análise descritiva e interpretativa dos principais indicadores macroeconômicos — examina-se como a coordenação entre o gasto público e a política monetária do Banco do Japão permitiu sustentar a demanda agregada e evitar episódios de insolvência ou inflação elevada. Os resultados indicam que os déficits fiscais prolongados contribuíram para estabilizar a economia em um contexto de armadilha da liquidez e recessão de balanços, sem comprometer a confiança na dívida soberana. No entanto, a política fiscal japonesa tem sido cautelosa, alternando fases de expansão e consolidação, o que limitou sua capacidade de alcançar pleno emprego sustentado. O estudo conclui que a experiência japonesa se alinha com vários postulados da TMM, especialmente no que se refere à soberania monetária e à sustentabilidade da dívida, embora não constitua uma aplicação deliberada dessa teoria. Essas conclusões permitem reconsiderar o papel do déficit público e da coordenação fiscal-monetária em economias avançadas.
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