Racionalidade económica no institucionalismo americano
Resumo
Este artigo examina a forma como o institucionalismo americano concebe a racionalidade económica como um processo histórica e socialmente condicionado. Analisa os contributos de Thorstein Veblen, John R. Commons, Wesley C. Mitchell e Richard T. Ely. Ely, que, influenciado pelas perspectivas evolucionistas e pela psicologia social, propõe que os hábitos, os costumes e as instituições moldam as decisões individuais. Em vez de reduzirem o comportamento a um cálculo utilitário, sublinham a importância da emulação, da imitação, da procura de prestígio e da pressão exercida pelo ambiente cultural e tecnológico para poderem ser reconhecidos pelo próprio sujeito como os fins das suas acções ou omissões. Além disso, a mediação colectiva, através de normas jurídicas, políticas e práticas consuetudinárias, reorienta os fins e os meios de cada sujeito, gerando tensões entre a racionalidade individual e a adaptação colectiva. Esta visão interdisciplinar, que integra a história, a sociologia e a psicologia, permite-nos compreender a complexidade das motivações humanas, a visão limitada que a definição estandardizada de racionalidade implica e a evolução constante das instituições económicas.
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