Abordagem panorâmica em espanhol do que se estudou sobre infâncias trans nos últimos 22 anos (2000-2022)

Palavras-chave: Crianças trans, educação sexual integral, despatologização, gênero, revisão bibliográfica panorâmica
Agências: Red de Estudios Sociales Latinoamericanos y Caribeños Contemporáneos (REDPEL) auspiciada por el Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), la Asociación Latinoamericana de Sociología (ALAS), el Programa de Posgrado en Estudios Latinoamericanos de la Universidad Nacional Autónoma de México (PPEL/UNAM) y la División de Ciencias Sociales y Humanidades Unidad Xochimilco, Universidad Autónoma Metropolitana (UAM-X)

Resumo

Investigar e contribuir para as infâncias trans é uma tarefa complexa na qual é preciso navegar e situar-se a partir de posições multi e transdisciplinares desconstruídas, visto que o discurso atual sobre o assunto ainda guarda resquícios de práticas hegemônicas, patologizantes e normalizadoras. Este artigo apresenta uma revisão bibliográfica panorâmica que teve como objetivo determinar os estudos realizados em torno das infâncias trans entre os anos 2000 e 2022 de acordo com as publicações em espanhol hospedadas nos repositórios acadêmicos de Dialnet, Google Scholar, Mendeley e Redalyc. Entre as principais conclusões estão que antes de 2013 não existiam estudos realizados sobre o tema (aspecto que coincide com as crises e transformações jurisprudenciais a nível internacional) e que das publicações consultadas os principais eixos de discussão têm sido a despatologização das trans infâncias, transformações regulatórias e de políticas públicas, práticas e convivência no contexto escolar, educação sexual integral e apoio familiar e comunitário. Esta revisão é proposta como uma abordagem que leva em conta as áreas de oportunidade e lacunas no estudo desta população para aprimorar os espectros de pesquisa e intervenção nos países.

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Publicado
2023-12-13
Como Citar
Pleitez Herrera, M. Á. (2023). Abordagem panorâmica em espanhol do que se estudou sobre infâncias trans nos últimos 22 anos (2000-2022). Sociedad e Infancias, 7(2), 245-257. https://doi.org/10.5209/soci.90719