Adolêscencia e violência de gênero nas redes sociais digitais: revisão bibliográfica comparativa entre Costa Rica, México e Espanha

Palavras-chave: Adolescencia, Violencia, Tecnología de la comunicación, Feminismo
Agências: No ha contado con financiación

Resumo

Os adolescentes são suscetíveis às mudanças introduzidas pela revolução tecnológica. Desde cedo incorporam a utilização das TIC no seu quotidiano, tornando-se num dos principais meios de comunicação, socialização e exploração, por vezes em condições perigosas. Assim, eles começam a estabelecer suas primeiras relações de casal nas quais em ocasiões transferem para o espaço virtual comportamentos que são expressões de violência estrutural de gênero. Os avanços na compreensão dessa forma de violência são limitados, razão pela qual este artigo busca visibilizar o alcance e as lacunas no reconhecimento da violência de gênero online (VGO), por meio da revisão de fontes secundárias e tomando como referência linhas de pesquisa e abordagens normativos e formativos em três países: Costa Rica, México e Espanha. Esta pesquisa é realizada no âmbito do projeto "Tecnologia e violência de gênero nas relações de casais adolescentes" do Instituto de Estudos da Mulher, Universidade Nacional da Costa Rica (UNA). Entre os achados, fica evidente que o Violência de gênero online é um problema recentemente reconhecido, embora na região da América Latina não tenha sido acompanhado pela definição de políticas públicas claras que orientem sua abordagem.

Biografias do Autor

Amaia García Andrés, University of the Basque Country

Departamento Sociología y Trabajo Social, Universidad del País Vasco

Fannella Giusti Minotre, Instituto Estudios de la Mujer, Universidad Nacional Costa Rica

Instituto Estudios de la Mujer, Universidad Nacional Costa Rica

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Publicado
2022-12-21
Como Citar
García Andrés, A., Giusti Minotre, F., & Jimenez Mata, S. (2022). Adolêscencia e violência de gênero nas redes sociais digitais: revisão bibliográfica comparativa entre Costa Rica, México e Espanha. Sociedad e Infancias, 6(2), 165-177. https://doi.org/10.5209/soci.83596