The Kantian Progress of the Unsociables: Bridging History and Morals in an Agonistic Reality

  • Inês Pinheiro Instituto de Filosofia da NOVA, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa https://orcid.org/0000-0002-5652-8440
##plugins.pubIds.doi.readerDisplayName##: https://doi.org/10.5209/kant.94846
Palavras-chave: Immanuel Kant, Sociabilidade Insociável, Progresso, Sofrimento, Vulnerabilidade

Resumo

O ponto de partida para este artigo é a questão: “Onde é que o progresso kantiano deixa os mais vulneráveis?” Consequentemente, o nosso propósito é estudar a ideia de “progresso” no domínio prático do pensamento kantiano, nomeadamente nas suas dimensões política, social e histórica, relacionando-o com a noção antropológica de “sociabilidade insociável”. Ao fazê-lo, o nosso derradeiro objetivo é propor uma reflexão sobre o progresso kantiano que questione como é que este lida com a realidade, não apenas no sentido mais lato da sua possibilidade, mas principalmente naquilo que concerne a enfrentar a arena agonística das nossas sociedades, na qual não conseguimos escapar à existência de conflitos sociais que deixam muitos vulneráveis e em sofrimento.

##submission.viewcitations##

##submission.format##

##submission.crossmark##

##submission.metrics##

Publicado
2024-07-16
Como Citar
Pinheiro, I. (2024). O Progresso Kantiano dos Insociáveis: Unir a História e a Moral numa Realidade Agonística. Con-Textos Kantianos. International Journal of Philosophy, 19, 157-171. https://doi.org/10.5209/kant.94846
Seção
Dossier